CAROS AMIGOS!

A partir de hoje esse blog estará passando por uma transformação!
Ele deixará de existir virtualmente, pois vai se fundir com o já consagrado blog ALERTA ITARANTIM (
www.alertaitarantim.blogspot.com) que, por sua vez, tambem, virá com nova roupagem e nova cara, reestilizando tanto o seu layout, como tambem a sua forma de informar e de interagir com o leitor, pois são duas personalidades de estilos totalmente diferentes que se juntam: a minha e a do blogueiro Lóba, embora com as mesmas finalidades e virtudes: a de contribuir na tarefa de melhor informar os nossos leitores.
Portanto, aos meus amigos e leitores, o meu muito obrigado por ter me dado a oportunidade de lhes manterem informados nesse breve período de existencia do Politica e Politicos do Sudoeste, o quê para mim é motivo de muita satisfação e alegria.


Até já! Estarei com voces no blog ALERTA ITARANTIM.

Joviniano Antônio

MANCHETES DO DIA

-

24 de mai. de 2010

WAGNER: FALTA “IDENTIDADE POLÍTICA” NO PMDB

Em sua participação no Canal Livre, neste domingo (23), o governador Jaques Wagner (PT) disse acreditar que a eleição baiana estará polarizada entre o candidato do DEM, Paulo Souto, e sua candidatura, devido ao cenário nacional. “O PMDB baiano está um pouco vinculado a uma identidade política (...) Vejo a polarização do projeto Dilma e projeto Serra. O projeto Dilma muito identificado com minha candidatura, do PT, e o do Serra com a do candidato do DEM”, avaliou. "Minha identidade com o projeto do presidente Lula é infinitamente maior (que a de Geddel). O povo sabe disso e vai distinguir. O projeto dele é minha cara", reiterou. Apesar do PMDB nacional estar com o PT, Wagner reconhece que pode não contar com o partido na Bahia, na possibilidade de um segundo turno contra Souto: “A posição do PMDB no segundo turno, não tenho a menor ideia. Nunca sentei com o PMDB baiano para discutir”, disse, para em seguida cobrar: “Indo eu e o DEM, espero que o PMDB venha apoiar respeitando a aliança nacional”. O petista criticou a decisão de Geddel de romper com seu governo, para lançar uma candidatura própria. Para ele, esse é o “caso mais gritante” de como o PMDB recebe mais do PT do que cede, na aliança nacional. “O governador Sérgio Cabral conseguiu demandar do PT que não lançasse candidato no Rio. Aqui a legitimidade era minha. Estou no cargo. Primeiro nas pesquisas. 70% de aprovação”, disse. Para conferir os vídeos da entrevista, clique aqui.