
O pré-candidato ao governo da Bahia pelo PSOL, Marcos Mendes, já deu o tom de como funcionará a metralhadora da sua campanha este ano. Nenhum dos quadros que disputam o Palácio de Ondina será poupado. Nem a direita tradicional herdeira do carlismo, nem o neocarlismo da esquerda conservadora estarão livres dos bombardeios do militante do “partido do sol”. Para ele, os pré-candidatos que compõem o cenário, como Jaques Wagner (PT), Geddel Vieira Lima (PMDB), Paulo Souto (PV) e Luiz Bassuma (PV) representam o mesmo projeto de manutenção do capitalismo e não apontam propostas para mudar o quadro de segregação da Bahia. Para Mendes, todos são financiados pelas mesmas empreiteiras, como a OAS e Odebrecht, que controlam as candidaturas dos demais políticos.
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