
EXCLUSIVO: Plácido Farias assume mandato na Câmara amanhã como usina viva do período da grampolândia
Época - Plácido Farias (na foto com a ex-mulher) pode virar uma poderosa arma na Câmara durante a campanha
O suplente de vereador Plácido Farias (PSL) assume amanhã o mandato na Câmara de Vereadores no lugar do vereador Alan Castro (PTN), que se licencia para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, sob um verdadeiro manto de expectativas sobre qual será sua missão verdadeira no Legislativo municipal.
A principal suspeita é de que ele passe a atuar como uma usina viva de lembranças sobre o período em que a Bahia se tornou uma grampolândia, num dos momentos mais fortes da hegemonia política do carlismo. Neste caso, pode se tornar uma arma potente contra o candidato a vice do governador Jaques Wagner (PT), Otto Alencar.
Um dos ex-expoentes do grupo carlista, Otto era governador da Bahia na época em que, espionado pelo Estado por conta de um tórrido relacionamento amoroso com uma ex-amante de ACM, Plácido Farias, acuado, trouxe corajosamente a público a existência de uma extensa rede de espionagem que não poupara um adversário sequer de ACM.
A repentina ascensão de Plácido ao mandato, sobretudo a partir da licença de um vereador com o qual brigou no início da atual legislatura, não deixa dúvidas de que forças poderosas podem ter atuado estrategicamente no sentido de viabilizar o acordo para que um entre e outro deixe a Câmara Municipal no período da campanha estadual.
A lógica, naturalmente, aponta no sentido de que agiram como colaboradores para o entendimento entre eles os adversários de Wagner e sua chapa. Rumores indicam como um dos partícipes da operação o senador César Borges, presidente estadual do PR, inimigo pessoal de Otto numa disputa sucessória que ainda nem começou oficialmente. (Politica Livre)
Época - Plácido Farias (na foto com a ex-mulher) pode virar uma poderosa arma na Câmara durante a campanha
O suplente de vereador Plácido Farias (PSL) assume amanhã o mandato na Câmara de Vereadores no lugar do vereador Alan Castro (PTN), que se licencia para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, sob um verdadeiro manto de expectativas sobre qual será sua missão verdadeira no Legislativo municipal.
A principal suspeita é de que ele passe a atuar como uma usina viva de lembranças sobre o período em que a Bahia se tornou uma grampolândia, num dos momentos mais fortes da hegemonia política do carlismo. Neste caso, pode se tornar uma arma potente contra o candidato a vice do governador Jaques Wagner (PT), Otto Alencar.
Um dos ex-expoentes do grupo carlista, Otto era governador da Bahia na época em que, espionado pelo Estado por conta de um tórrido relacionamento amoroso com uma ex-amante de ACM, Plácido Farias, acuado, trouxe corajosamente a público a existência de uma extensa rede de espionagem que não poupara um adversário sequer de ACM.
A repentina ascensão de Plácido ao mandato, sobretudo a partir da licença de um vereador com o qual brigou no início da atual legislatura, não deixa dúvidas de que forças poderosas podem ter atuado estrategicamente no sentido de viabilizar o acordo para que um entre e outro deixe a Câmara Municipal no período da campanha estadual.
A lógica, naturalmente, aponta no sentido de que agiram como colaboradores para o entendimento entre eles os adversários de Wagner e sua chapa. Rumores indicam como um dos partícipes da operação o senador César Borges, presidente estadual do PR, inimigo pessoal de Otto numa disputa sucessória que ainda nem começou oficialmente. (Politica Livre)